22/08/2017

Vereador Cajó solicita criação de museu virtual em Monteiro




O vereador Cajó Menezes deu mais uma prova de sua preocupação com a preservação da memória e manutenção do acervo cultural do município.

O parlamentar mirim apresentou nesta quinta feita um Projeto de Lei através do qual fica determinada a criação do Museu Virtual da história do município de Monteiro.

De acordo com o projeto, o desenvolvimento e manutenção do mesmo ficará a cargo da Secretaria Municipal de Cultura e da Secretaria de Comunicação.

Cajo explicou que a Secretaria Municipal de Cultura fará levantamento do acervo de toda história de Monteiro e disponibilizará no site da Prefeitura. 

O projeto prevê que MUSEU VIRTUAL de MONTEIRO, terá como objetivos: proporcionar às futuras gerações o conhecimento da história do município; tornar público o acervo dos documentos, fotos, vídeos, áudios, artigos, patrimônio histórico,  manifestações de arte e  cultural de Monteiro; disponibilizar à sociedade a história da constituição do Município de Monteiro, desde seus primeiros habitantes até os dias de hoje; expor as festas tradicionais e eventos tradicionais do município; desenvolver atividades que visam resgatar e tornar público a história do município de Monteiro; e manter atualizado o banco de informações do Museu Virtual de Monteiro.

“A cultura é viva e inconstante, passível de contínuo processo de recriação e revisão de seus valores, adequando seu legado tradicional às novas circunstâncias historicamente construídas pela sociedade vigente”, diz Cajó em sua justificativa.

“Esse projeto acrescenta à ideia de museu virtual, georeferenciado, com a participação da comunidade, principalmente da possibilidade da construção dinâmica, coletiva e democrática da cultura, da história e do patrimônio cultural passados e presentes”, acrescenta o vereador.


"A criação de um museu virtual para o município de Monteiro se deve pelo vasto acervo fotográfico, literário, artes e manifestações culturais riquíssimas, porém não centralizadas e  muitas vezes não catalogadas. Faz-se necessário disponibilizar tais materiais de grande valor histórico e cultural, que se encontram, no entanto inacessíveis à maioria da população por estarem geograficamente dispersos, ou mesmo em propriedade de particulares. Um diferencial do museu proposto é a interação da comunidade que participará não só dispondo de material documental particular, mas através do registro de festividades, manifestações, políticas, artísticas e culturais”, conclui Cajó em seu projeto de lei.

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