24/10/2017

Agenda Cultural do fim de semana foi prestigiada por centenas de monteirenses

A agenda cultural preparada pela Secretaria de Cultura e Turismo do município de Monteiro foi prestigiada tanto na Praça João Pessoa quanto no Teatro Jansen Filho.
Na sexta-feira, 20, Vó Mera e suas netinhas convidaram os monteirenses a aprender como se dança o autêntico coco de roda e a ciranda. Entoando cantos de valorização à mulher, seu repertório ainda levantou bandeiras importantes, como a preservação do meio ambiente e da Amazônia e a luta contra o preconceito. Estiveram prestigiando o evento centenas de pessoas, artistas e entusiastas da cultura nordestina de raiz.

Durante sua apresentação ela contou um pouco de sua história, homenageou uma de suas netinhas e claro, convidou a todos para aprender os passos do coco juntamente com as integrantes do grupo. Em seguida, o público com toda a alegria que os cantos exaltam, brincaram e dançaram fazendo diversas cirandas, fato que encantou a todos os que assistiam o show de vitalidade da Vó Mera.

O coco de roda
Dança tradicional do Nordeste, o coco de roda tem sua origem na união da cultura negra com os povos indígenas no Brasil. Apesar de frequente no litoral, acredita-se que o coco surgiu no interior, provavelmente nos quilombo, a partir do ritmo originado da quebra dos cocos para a retirada da amêndoa, com sua dança e tradição musical cantada, tornou-se um modo privilegiado de transmissão e manutenção do conhecimento e da tradição popular.

“Cante pra eu dormir”

A noite de sábado, 21, trouxe um espetáculo muito forte e dramático, o "Cante pra Eu Dormir". Uma peça que fez uma reflexão da decadência de uma família, por conta da infelicidade de um pai bruto que não deixava ninguém ser feliz. O texto foi criado e dirigido pelo dramaturgo Álvaro Fernando, que fez uma produção bem forte com efeitos de luz e da cenografia.

A peça tem vários anos e foi montada e apresentada em diversos lugares do país, e desta vez apresentada na cidade de Monteiro para um público que pode se emocionar e ainda provar de vários outros sentimentos.


Com grande público, a casa cheia foi só elogios para os atores Napoleão Gutemberg, Sérgio Simplício e Ana Maria juntamente com a grande produção executada com Álvaro, Renato Barros, Gilson Gonzaga e Luiz Revell.

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