30/10/2017

Em nova coluna, Simorion Matos destaca mandato de Lorena em Monteiro


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LORENA SHOW DE BOLA
A prefeita Anna Lorena deu mais um show de bola na sua gestão à frente da Prefeitura de Monteiro ao entregar à população neste domingo, 29, a primeira etapa da recuperação e ampliação do Estádio Feitosão. Com a praça de esportes superlotada em mais um jogo pelo Campeonato Ruralzão, foi entregue o novo gramado e outras melhorias. Os desportistas aplaudiram a jovem prefeita, que esteve acompanhada do vice Celecileno Alves e do secretário Rostand Chaves.
 
COMPLEXO ESPORTIVO
Durante a entrega do novo gramado, Anna Lorena confirmou que o Estádio Feitosão será brevemente transformado em Complexo Esportivo, com uma estrutura completa para a prática de várias modalidades.
 
Anna Lorena é bastante identificada com o futebol monteirense. O seu pai, Doutor Chico, implantou o gramado do Estádio Feitosão e o seu tio, Cícero Ernesto Leite, colocou a iluminação.
 
CONSTRUINDO PARCERIAS
O relacionamento entre a Prefeitura de Monteiro e o Governo da Paraíba tem melhorado bastante.  O diálogo tem sido uma marca da prefeita Anna Lorena e uma demonstração dessa nova realidade pode ser constatada na última quarta-feira, quando um encontro de trabalho reunindo toda a estrutura de saúde bucal do município foi realizado no auditório da Gerência Regional de Saúde.
 
Para o Secretário de Comunicação de Monteiro, Fred Menezes, a prefeita tem mantido um bom relacionamento com todas as instituições, ampliando parcerias com a UEPB, IFPB, Poder Legislativo, inclusive ampliando o relacionamento com a base aliada, ouvindo sempre os aliados políticos, a exemplo do deputado estadual João Henrique.
 
OBRIGADO, PRINCESA
Recebo com grande satisfação o comunicado de que a Câmara Municipal de Princesa Isabel está nos concedendo o honroso título de Cidadão Honorário Princesense, atendendo propositura do combativo e atuante vereador Irismar Mangueira. Ser cidadão da brava e histórica Princesa Isabel é motivo de orgulho,
 
Desejamos transmitir a nossa gratidão aos integrantes do legislativo e ao povo princesense pela homenagem e dividimos essa conquista com toda equipe da Rádio Princesa Isabel, que contribuiu muito para o sucesso do nosso reconhecido trabalho.
 
SOBRE A GLOBO
Luiz Neves Silveira, de Zabelê, se zangou comigo porque, na coluna anterior, comentei que muita gente demoniza a Rede Globo de Televisão, achando que a vênus platinada, com suas reportagens e novelas enfocando a realidade comportamental da sociedade, seria a responsável pelos grandes males do país. Confirmando que existe essa intolerância com a emissora, Luiz afirmou que vez por outra lia algum artigo nosso, mas achando que eu estaria “defendendo as putarias da Globo” ele deixaria de ler nossos  humildes escritos.
 
NEM CONTRA, NEM A FAVOR
Em respeito a Luiz e aos outros que fazem parte da minha meia dúzia de leitores, esclareço que não morro de amores pela Globo e nem sou contra ela. Apenas comentei uma realidade nacional. A raiva que uma boa parte da população tem da emissora é grande, inclusive o próprio Luiz Neves afirma que está deixando de ler minha coluna somente por não concordar com o que escrevi sobre a emissora da família Marinho. Pouco assisto da programação global. Mas que ela é eficiente e atua com grande profissionalismo, ninguém pode negar.
 
NA ESPERA
Estamos em Campina Grande esperando a chegada da netinha Alice, filha de Luan e de Simere. Que o Poder Superior nos conceda a felicidade de recebê-la com muita saúde.
 
PENSAMENTO DA SEMANA
“O otimista é um tolo. O pessimista, um chato. Bom mesmo é ser um realista esperançoso”.
(Ariano Suassuna)
 
COISAS & CASOS
Já que novembro é o mês de aniversário do poeta Pinto do Monteiro, o apologista Lúcio Wellington Amador nos manda mais uma pérola do repentista monteirense.
 
PORQUE DEIXEI DE CANTAR
 
Deixei porque a idade
Já está muito avançada
A lembrança está cansada
E o som menos da metade
Perdi a felicidade
Que em moço eu possuía
Acabou-se a energia
Da máquina de fazer verso
Hoje vivo submerso
Num mar de melancolia
 
Minha amiga e companheira
Eu embrulhei num molambo
Pego nela por um bambo
Para tirar-lhe a poeira
Hoje não tem mais quem queira
Ir num canto me escutar
Fazer verso e gaguejar
Topar no meio e no fim
Cantar feio, pouco e ruim
Será melhor não cantar.
 
Não foi por uma pensão
Que o governo me deu
Porque o eu do meu eu
Não me dá mais produção
Cantor sem inspiração
Tem vontade e nada faz
Afinal, sou um dos tais
Que ninguém quer assistir
Nem o povo quer ouvir
Nem eu também posso mais.
 
Com a matéria abatida
Eu de muito longe venho
Com este espinhoso lenho
Tombando na minha vida
Tenho a lembrança esquecida
Uma rouquice ruim
A vida quase no fim
A cabeça meio tonta
Quem for novo tome conta
Cantar não é mais pra mim.
 
Contatos com a coluna: simorionmatos@gmail.com
 
VITRINE DO CARIRI
Por Simorion Matos

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